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A água penetra profundamente no solo. Daqui a uns meses, trará uma fartura de fruta. Mas, antes disso Acontece durante apenas umas horas todos os anos. Milhares de térmitas aladas levantam voo para fundar novas colónias. Para os macacos, são todas as refeições das Festas numa só. Para Maya, têm duas das melhores qualidades numa fonte alimentar. São deliciosas e estão por todo o lado. Nem as irmãs conseguem manter este festim só para elas. Hoje, Maya tem o seu próprio monte. E mais comida para Maya significa mais leite para Kip. Paciência, pequerrucho. Todos no reino aparecem para o dia das térmitas. Até os escorpiões juntam as que podem para abastecer a despensa. Finalmente, Kip enche a barriga. O festim das térmitas surge apenas uma vez por ano. Deixando dias em que Maya tem de alimentar o filho. O seu filho que cresce. Kip está mais velho, está a chegar à idade em que se apercebe de que faz parte de um mundo maior. Entretanto, está pertinho de entender que a sua pele está de facto presa à sua cara. Como qualquer mãe, Maya deve querer parar o seu filho no tempo. Esta, agora, é a idade perfeita. Insetos. Plantas. As leis da física. Farão sentido a seu tempo. São os macacos que são confusos. É permitido aos bebés serem irritantes nas primeiras semanas. Macacos mais velhos têm de fingir que não veem. Às vezes, é extremamente difícil. Mas nem todos seguem as regras. Como as irmãs e Raja. Especialmente com o filho de Maya. E Kip descobre assim o seu lugar. Terminada a época das térmitas, o menu são flores de cássia. Ou antes, para Raja, as irmãs e os seus filhos. Para se alimentar a si e a Kip, Maya terá de ser criativa. Maya é no mínimo dinâmica. Tem um plano B. Com outros macacos esfaimados, Maya toma a liderança. É uma oportunidade que os bem-nascidos nem reconheceriam. O lago dos nenúfares é conhecido por ter predadores. Mas hoje, não parece haver perigo à vista. Maya cava, colhendo as vagens de sementes dos nenúfares. O avô abstém-se desta. Quando acabam os fáceis de colher, há que ser mais aventureiro. Maya avança cuidadosamente. É Maya quem dá o primeiro passo em águas mais profundas. Kip vai simplesmente de boleia. Os macacos mais jovens seguem-na. Mas até os mais corajosos hesitam face a este incrível passo seguinte. Sabiam que os macacos conseguem nadar? Para Kip, tem sido um dia de estreias. Primeira aula de natação, primeira vagem de nenúfar e agora, isto. Um varano. Como , metros, um letal predador de emboscada. A sua arma mais letal, o elemento surpresa. Maya não avistou o lagarto. No caos, Maya pôs Kip em segurança. Mas não antes de um dos seus tombar. Após uma noite passada molhados, com frio e abalados, os de baixo nascimento recuperam. Maya não fica na cama até tarde. Tem um filho a crescer para alimentar. Encontra um troço de lagartas, perfeitas para enriquecerem o leite. Kip deverá começar a comer muito em breve. As irmãs acreditam que qualquer zona com comida é delas. Montam um ataque, separam Maya do seu filho. Kip é retirado dali. Maya recebe a sua brutal punição. E Kip é levado para a floresta.



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