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Grande Marcondes, isso que é competência. Figuraça. Ai, ai, ai. Ai meu Deus, o quê que é isso? Sai, sai! Saraiva. Eu preciso do seu apoio incondicional Radio pra minha absolvição. Todo pinto pia, mas nesse galinheiro o galo é você, Saraiva. Temos que fazer tudo na moita. Mamãe. Meu filho. O que você tá fazendo aqui? Você não sabe como eu tenho penado meu filho. Andando de casa em casa, ninguém me quer. Por isso eu vim aqui ficar com vocês. O quê que as pessoas vão pensar, dona Dina? Zeneide, pega uma roupa sua emprestada pra mãe do meu marido. Sim, senhora. Com licença. Mamãe, ah, mamãe. Mamãe. Antônio Crispim. Sim, senhora? Leva a sogrinha pra casa, por favor. Sim, senhora. Já volto, meu amor. Esse é o melhor vestido que você achou, Zeneide? Zenaide. É, mamãe some por horas, e ninguém nem se preocupa. Merda! Que? Tá falhando. Tá falhando. É uma senhora idosa, Marcelo. Ela não pode ficar largada na cidade, entendeu? Ela veio bater aqui. Não tem papo. Vou logo te avisando Radio nós vamos resolver a mamãe hoje. Ô meu deus. Ô Zenaide, Zenaide. Esse vestido me deixa louco. Zenaide, Zenaide Radio O que é isso? Socorro, tarado. Socorro, socorro. Tarado, socorro. Ai, meu Deus. Paola, minha filha. Esse Marcondes, assessor do seu marido é um tarado. Ele me agarrou lá no lavabo. Que é isso, dona Dina. Deixa de inventar história. Gente, ela é muito criativa. Pupi, nós temos que nos livrar da sua mãe. Uma mulher bomba. Um tsunami. Vamos pensar positivo. Muito obrigada, Crispin. Minha chave? Num acho. Sei lá onde é que tá. Cadê esse pessoal? Marcelo? Carol? Dina! Ô Dina! Tá passeando, é? É, andar faz bem á saúde, né? Gente, tá cheio de polícia aqui. O quê que é isso? Quer que eu cuide disso, Excelência? Não Marcondes, fica quieto. A melhor coisa que você faz agora é ficar quieto. Ô Júlia, ô Cesar, abre a porta. Vamos embora, esse lugar aqui é horrível. Não, não é tão ruim assim, também. Eu cresci aqui, sabia? Mas saiu. Se tivesse gostado, teria ficado. Vamos embora, é perigoso aqui. Bala perdida. Não, não é tão ruim assim. Tá aberto. Não, não e não. Essa bomba não vai estourar nas minhas mãos. A mãe, se você não lembra, é nossa. É, mas de nós três Radio quem tem mais condições é você, Marcos. Que foi? Não, não, não, não, não. Nem adianta olhar pra mim. Eu tenho um filho pequeno. E já tô com ela a mais tempo do que o combinado. A vez é sua, Marcos. Não, ela já esteve na minha casa. Agora é a vez do Cesar. Mas isso faz anos Radio Antes de você se casar com a Paola, Marcos. Já sei. Por que que o Cesar não devolve pra mamãe, a casa que é da mamãe, e arruma a sua própria casa? E o quê que ela iria fazer sozinha morando nesse casarão? Arrastar corrente? De jeito nenhum. É um imprestável, um imprestável. Cadê ele? Ô Marcelo! Até hoje eu não sei pra que que você serve. Com certeza pra fazer parte da sua quadrilha eu não sirvo. Você é muito folgado hein. Nós estamos em família. Quer que eu cuide disso, senhor? Quer que eu cuide disso? Não tá na hora de você cuidar de nada. Que família, Cesar. Qual de vocês até hoje já se preocupou com a mamãe? Esse Marcos, aí. Ele enche a burra de dinheiro. Alguma vez ele já fez Alguma coisa por ela? Ou por alguém dessa família? O altruísmo nunca foi uma característica do Marcos. Desde que eu o conheço que ele é um sovina. Ele me deu um carrinho. Bonitinho. Deu. Mas vai tirar na primeira necessidade, meu amor, porque esse aí não dá ponto sem nó. Olha aqui, eu acho bom moderar o linguajar porque eu já tô perdendo a paciência. E eu não trabalhei duro a vida inteira pra sustentar vagabundo e ficar aqui na berlinda de vocês. Trabalhou duro quando? Você sempre foi um come e dorme. O Cesar não, coitado. Trabalha até sábado de manhã pra poder sustentar essa família toda. Ingratos. Filhos ingratos. Isso não pode estar acontecendo. Paola, vai preparar a salada. Paola, você fica. Fica! Ela não é a sua empregada. Não é, não é. Vá preparar a salada. Mas o Pupi me proibiu, você não ouviu? Ai, meu Deus. Agora eu não sei o que eu faço. Você tá me irritando, sabia? Vira as suas garras pra cima do seu marido. Você meça as suas palavras porque ela tem marido. Acamado. Sempre acamado. Resta saber, na cama de quem? Dina! Dina. O que foi? O quê que você tem? Um chazinho? Hã? Respeite a minha mulher, seu canalha. Excelência, Excelência. Pupi. Meu Deus do céu. Isso tá virando uma tragédia. O quê que foi? O quê que é? Olha lá eu tô vendo o carro. Alguma coisa aconteceu. O quê que aconteceu? Deve ter sido acidente. Tem sempre gente morrendo nessa rua. Ai que horror. É um perigo. É, fazer o que, né? Ué, cadê a mamãe? Marcelo. Onde é que você vai? Vou lá em casa, pra ver se a mamãe tá lá. Tá bom, tá. Ai. Tá, tá bom, entendi. Meu motorista deixou a mamãe na casa do Marcelo. Lá em casa a mamãe não tá. Falei com todos os vizinhos e ninguém viu a mamãe. Marcos, o motorista esperou ela entrar? O Antônio tinha que ter esperado a mamãe entrar em casa, essa era a regra. Não se pode deixar uma senhora idosa assim solta na rua. Ah é, e o que foi que você fez por ela até hoje, senão deixar ela sozinha na rua? Essa casa é dela, você sabia? Vocês deixaram a minha mãe na rua como se fosse uma mendiga.



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