Rádio A Voz da Liberdade

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Certo, obrigado. Tchau. Garth? Sim, mãe? Sei que não gosta muito de mim. Não é verdade, mãe. Você me xinga pelas minhas costas. Está falando de “vadia balofa”? Você me chama de “vadia balofa”? Sim. Bem, você já me chamou de coisa pior. Acho que sim. Não significa nada, você sabe. E você, Red? Você me odeia por tirar você do seu pai? Você não me tirou dele. Eu fui muito dura com ele. Sou dura demais com todos vocês. Você só é dura com a gente porque acredita que podemos melhorar. Eu amo vocês dois. Tudo que eu fiz foi por vocês. Por Bill também. O que me dizem? Quando sairmos daqui, vamos fazer uma viagem até Dallas para visitar seu pai? -Está falando sério? -Estou. E se o desgraçado se recusar a nos ver, eu derrubo a maldita porta. Eu gostaria de ver isso. Vou sentir sua falta, Red. Não me chame assim. Não. Não! Ela se considerava a mulher mais odiada dos Estados Unidos. Hoje à noite, o incrível caso de Madalyn Murray O’Hair. A MULHER MAIS ODIADA DOS ESTADOS UNIDOS Em , Madalyn Murray O’Hair iniciou a causa que a tornaria famosa. E, alguns dizem, rica. Ela moveu uma ação contra o conselho escolar público de Baltimore. O caso chegou à Suprema Corte e provocou a decisão histórica de banir a oração das escolas. Nas três décadas seguintes, ninguém foi considerado uma ameaça maior à religião. Em , Madalyn tinha anos, a saúde debilitada, e provavelmente teria passado seus últimos anos na obscuridade. No entanto, antes que ela morresse, a ateia mais famosa do país desapareceu de repente. O impressionante é que não houve pânico quando os Murray O’Hair desapareceram. Não houve esforço para encontrá-los. Mais de US$ mil desapareceram, o carro de Robin foi abandonado e outro foi vendido por um estranho misterioso. Mark Sparrow respondeu ao anúncio no jornal e pensava ter encontrado uma pechincha, já que o carro foi oferecido por US$ mil abaixo do valor. NAPLES, FLÓRIDA Apesar de a assinatura de Garth Murray aparecer -nos documentos de transferência… -Danny? …Sparrow disse que o homem que lhe vendeu o carro não era Garth Murray. Logo antes de Danny desaparecer, recebi uma ligação. Ele me disse que ia mandar uma carta. Não entrou em detalhes. Mas disse que ele e um tal de Gary Karr estavam num esquema de sequestro, armado por alguém chamado David Waters. David Waters? Danny disse que as pessoas que tinham pegado esperavam sair dessa vivas. Mas ele não tinha tanta certeza. E você disse isso tudo à polícia? Claro. Sim, mas eles não pareceram interessados em procurar um ex-presidiário. Liguei para Waters procurando por Danny. Ele inventou uma desculpa. E então ameaçou matar minha família. Posso usar seu nome? Sim. AGENTES PRENDEM ANTIGO EMPREGADO DE O’HAIR LÍDER ATEIA E FAMÍLIA SÃO CONSIDERADAS MORTAS SAN ANTONIO, TEXAS Não gosto de acordos judiciais, mas não tenho voz nessa questão. Discutiu isso com seu advogado? Vá em frente. Gary era como um cachorro raivoso. Cedo ou tarde iria morder. David. Santo Deus. Droga, Karr. Que diabos você fez? Nossa! David? -O que vamos fazer agora? -Calma. Sabia que algo assim ia acontecer. Temos de levar o corpo dela para o quarto para que não a vejam. Não. David, não! Ai, meu Deus. Danny, faça alguma coisa! Mãe! Não! -Não! -Não olhe! Meu Deus! Ande logo. Aqui. Ande logo. Ande logo. Não posso, Gary. Não podíamos confiar que ele não dissesse nada, então mandei Gary matá-lo. O que aconteceu ao dinheiro? Guardamos o ouro em um armário de depósito. E quando fomos pegá-lo, tinha sumido. Fomos roubados. Um maldito cadeado de cinco dólares. Eu não queria matá-la. Mas não posso dizer que sinto muito por ela ter morrido. Estamos ao vivo de Camp Wood, onde o assassino confesso David Waters conduz a polícia até onde enterrou os corpos de Madalyn Murray O’Hair, seu filho e sua neta naquela noite abominável em . Diziam que tinham fugido para a Nova Zelândia… Ao menos ela não morreu no anonimato. …a polícia limita-se a Waters e seu parceiro, Gary Karr… Ela teria gostado disso. …acusado de assassinar um terceiro sequestrador. Por favor, nada de orações. Ela não iria querer isso. Você se preocupa que, quando morrer, não vai haver nirvana ou como quer que o chame? Quando eu morrer, não quero um louco religioso enfiando um rosário no meu rabo e uma hóstia pela minha garganta abaixo. Mas não me importaria com um cantinho ao ar livre onde o sol filtrasse pelas árvores e batesse de leve no meu rosto. Três palavras na minha lápide. “Mulher”. Eu adorei ser mulher. “Avó”. Eu adorei ser avó. E “mãe”. Eu adorei ser mãe. É por isso que mais gostaria de ser lembrada. É isso que gostaria de ter na minha lápide, mas… sendo quem eu sou, imagino que eu não vá ter lápide. Gary Karr foi condenado a prisão perpétua por seu envolvimento no sequestro e no assassinato dos Murray O’Hair. Em um acordo judicial, David Waters foi condenado a anos. Ele morreu na prisão de câncer pulmonar em . O dinheiro roubado nunca foi recuperado. Como presidente da Coalizão de Liberdade Religiosa, William Murray Jr. agora trabalha para trazer a oração de volta às escolas. Em operação há mais de anos, a organização Ateus Americanos de Madalyn continua sua luta pela



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